Seguindo sua tradição latina, a rede El Paso celebrará o famoso Dia de Los Muertos com altares, DJ e um buffet de jantar especial (R$ 55) no dia 2 de novembro, data em que no Brasil lembramos do Dia de Finados.

Por Telmo Ximenes

O chef David Letchig faz questão de seguir os costumes mexicanos e homenageará com muita festa e altares três personalidades de peso do país latino: Frida Kahlo, Roberto Bolaños, o eterno Chaves, e o humorista Cantinflas. “O Dia de Muertos entrou até para a lista do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco, em 2003. Os mexicanos querem lembrar de seus entes com muita alegria e amor”, explica.

Por Telmo Ximenes

Quem passar por lá será recebido com margarita de limão feita com mezcal (bebida típica do México), produzido por uma cooperativa indígena de Oaxaca, como trago de bienvenida.

No buffet dos três restaurantes da rede serão servidos pratos tradicionais da culinária mexicana, como burritos, quesadillas, tacos, chili, guacamole, além de delícias típicas de festa, como “tinga de pollo” ( frango desfiado feito em um molho apimentado), “mole poblano” (frango servido com chocolate) e “birria de cordero” (carré de cordeiro ao molho de pimenta e especiarias). A sobremesa fica por conta dos churros com doce de leite volante para os clientes.

SERVIÇO:
ASA SUL
SCLS 404 BL C LOJA 19
(61) 3323-4618
Terça a quinta: das 12 h às 15 h e das 18 h à meia-noite. Sexta e sábado: das 12h às 16h e das 18h à 1h. Domingos: das 12h às 16h e das 18 h à meia-noite

ASA NORTE
CLN 110 NORTE BLOCO B
(61) 3349-6820
Terça a quinta: das 12 h às 15 h e das 18 h à meia-noite. Sexta e sábado: das 12h às 16h e das 18h à 1h. Domingos: das 12h às 16h e das 18 h à meia-noite

TERRAÇO SHOPPING
OCTOGONAL 2/8 LOTE 5 PISO 1 – LOJAS 145/146 – TERRAÇO SHOPPING
(61) 3233-5197
Segunda a quinta: das 12h às 15h e das 18h à meia-noite. Sexta e sábado: das 12h às 16h e das 18 h à 1h. Domingos: das 12h às 16h e das 18h à meia-noite.

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Max Cajé
Cria do Cerrado, Max Cajé negou as raízes ao detestar pequi, descobriu que o amor à culinária nordestina era hereditário e que paladar é algo que se conquista, com muito treino e, às vezes, dinheiro para pagar a conta. Sempre teve uma relação de amor com a comida e nunca deixou de agradecer o advento do metabolismo rápido nesse processo. Começou a estrada de jornalista escrevendo sobre moda, caiu na Gastronomia por acidente e se especializou por amor. Aprendeu que até chegar à mesa, o alimento cria carreiras, muda vidas, aguça os sentidos e cria histórias, boas e ruins, as quais pretende contar aqui.