Referência mundial e um dos principais representantes de uma nova geração de enólogos portugueses, João Portugal Ramos passou por Brasília na última semana para apresentar seu primeiro espumante, o Marquês de Borba Brut Rosé, da região do Alentejo.

De elevado frescor e alta qualidade, a bebida foi criada inicialmente para o casamento da filha de Ramos, mas com a calorosa recepção dos convidados, acabou ganhando produção para o mercado dos vinhos criados por ele, que também já lançou rótulos brancos e tintos em regiões como Tejo, Beiras, Douro e Vinho Verde.

O rótulo é elaborado pelo método champenoise (segunda fermentação na garrafa), que
leva na composição as uvas Pinot Noir, Touriga Nacional e Aragonez. Na harmonização, é indicado como aperitivo, mas também acompanha saladas mediterrâneas, pratos à base de peixes e culinária oriental.

Por aqui, o Marquês de Borba Brut Rosé já está a venda em mercados que possuem Adega e em restaurantes. A garrafa é vendida a partir de R$ 160.

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Max Cajé
Cria do Cerrado, Max Cajé negou as raízes ao detestar pequi, descobriu que o amor à culinária nordestina era hereditário e que paladar é algo que se conquista, com muito treino e, às vezes, dinheiro para pagar a conta. Sempre teve uma relação de amor com a comida e nunca deixou de agradecer o advento do metabolismo rápido nesse processo. Começou a estrada de jornalista escrevendo sobre moda, caiu na Gastronomia por acidente e se especializou por amor. Aprendeu que até chegar à mesa, o alimento cria carreiras, muda vidas, aguça os sentidos e cria histórias, boas e ruins, as quais pretende contar aqui.