A chegada de 2018 será estrelada no Rubaiyat Brasília. O menu da virada tem assinatura de ninguém menos que o chef Daniel Redondo, premiado com uma estrela no guia Michelin em 2016. O catalão apresenta um cardápio em seis etapas que será servido ao longo da comemoração, com início às 19h.

Leitão com puré de batata doce roxa e farofa

Bobó de camarão; leitão com purê de batata-doce roxa e farofa e o filé ao molho de presunto ibérico, acompanhado de gratin de batata integram a seleção do chef. Para finalizar, um buffet de sobremesas estará à disposição dos presentes.

Cheesecake

Para acompanhar o jantar, a casa oferecerá uma garrafa de vinho branco para duas pessoas e uma taça de espumante para cada. Água, sucos e refrigerantes integram a carta de bebidas da comemoração. Os ingressos custam 440 reais; crianças de até 12 anos pagam 220 reais.

Quem anima a última noite de 2017 é o grupo BSB Produções. Formada pelo baterista Sandro Araújo e os vocalistas Fellipe Souljah e Pedro Lima, a banda apresenta repertório que mistura clássicos do MPB e Bossa Nova ao Pop internacional de artistas como Bruno Mars, Justin Bieber e The Weekend.

Ceia de Natal por encomenda

Já para aqueles que querem levar a qualidade do Rubaiyat para a casa no Natal, o restaurante oferece o tradicional baby pork (520 reais), que serve de seis a oito pessoas. Os pedidos devem ser feitos com ao menos um dia de antecedência pelo telefone (61) 3443-5000 ou pessoalmente, no restaurante (SCES Trecho 1, lote 01, bloco A), e poderão ser retirados no dia 24, até às 17h.

Menu Exclusivo de Réveillon

– Couvert;

– Bobó de camarão;

– Leitão com purê de batata-doce roxa e farofa;

– Filé ao molho de presunto ibérico, acompanhado de gratin de batata;

– Buffet de sobremesas.

SERVIÇO:
Réveillon no Rubaiyat Brasília
Quando: a partir das 19h do dia 31 de dezembro.
Valor: adultos: 440 reais; crianças de até 12 anos: 220 reais.

Ceia de Natal – Baby pork
Valor: 520 reais

Onde: SCES Trecho 1, lote 01, bloco A
Mais informações: (61) 3443-5000

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Max Cajé
Cria do Cerrado, Max Cajé negou as raízes ao detestar pequi, descobriu que o amor à culinária nordestina era hereditário e que paladar é algo que se conquista, com muito treino e, às vezes, dinheiro para pagar a conta. Sempre teve uma relação de amor com a comida e nunca deixou de agradecer o advento do metabolismo rápido nesse processo. Começou a estrada de jornalista escrevendo sobre moda, caiu na Gastronomia por acidente e se especializou por amor. Aprendeu que até chegar à mesa, o alimento cria carreiras, muda vidas, aguça os sentidos e cria histórias, boas e ruins, as quais pretende contar aqui.