Point com vista privilegiada para o Lago Paranoá, o BierFass preparou uma programação especial para o réveillon 2019 em grande estilo, no Pontão do Lago Sul.

Com o tema “Deixa a vida me levar”, a festa marcada para começar as 21h do dia 31, contará com shows da cantora Adriana Samartini, da Banda Magoo e DJ na pista de dança, além da queima de fogos. Os ritmos passarão pelo Axé, Pop nacional e internacional, Flashback anos 80 e Eletrônico.

Os ingressos custam R$ 280,00 para crianças de seis a 12 anos (de 0 a cinco anos é cortesia) e adultos R$ 560,00 (à vista) ou R$ 590,00 (dividido em 3x no cartão de crédito), incluindo buffet completo e bebidas alcoólicas em sistema open bar. O local ainda contará com brinquedoteca para crianças de três a oito anos, das 22h às 3h.

Na Mesa de Frios, queijos variados (Grana Padano, Gorgonzola e Brie com geleias), salada de lentilha e presunto de Parma. Na Mesa de Frutos do Mar, camarão crocante, bolinho de bacalhau, salada de arroz negro e lulas, ostras gratinadas e ceviches. Já na Mesa de Assados, chester à Califórnia, paleta de cordeiro ao molho de hortelã, leitão à pururuca e cesta de pães e frutas frescas e secas.

Para jantar, o público terá bacalhau assado no azeite, cebola e azeitonas; steak ao molho defumado de shoyu, moqueca mista; batata ao murro; arroz branco, capeletti ao molho de panano e almondega de espinafre com cenoura e quinoa. Entre as sobremesas, tartelete de morango, torta de limão, moka, torta de pêssego, tentação de chocolate, apfelstrudel e frutas.

Com sistema open bar, a carta de bebidas inclui whisky Chivas 12 anos, vodca Absolut, vinho Domaine Bousquet Malbec, espumante Garibaldi Chardonnay Brut; chope Brahma; bar de gin; água mineral; refrigerantes e energético.

SERVIÇO:
Réveillon BierFass Lago
Dia 31 de dezembro, a partir das 21 horas
Ingressos: 0 a 5 anos (cortesia). R$ 280,00 (6 a 12 anos). Adulto R$ 560,00 (à vista) ou R$ 590,00 (dividido em 3x no cartão de crédito)
Informações e reservas (61) 3364-4041 ou (61) 3364-3536

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Max Cajé
Cria do Cerrado, Max Cajé negou as raízes ao detestar pequi, descobriu que o amor à culinária nordestina era hereditário e que paladar é algo que se conquista, com muito treino e, às vezes, dinheiro para pagar a conta. Sempre teve uma relação de amor com a comida e nunca deixou de agradecer o advento do metabolismo rápido nesse processo. Começou a estrada de jornalista escrevendo sobre moda, caiu na Gastronomia por acidente e se especializou por amor. Aprendeu que até chegar à mesa, o alimento cria carreiras, muda vidas, aguça os sentidos e cria histórias, boas e ruins, as quais pretende contar aqui.