Ceviche Chifa

Uma das queridinhas do paladar brasiliense, a gastronomia peruana está ainda mais em voga até o dia 22 de novembro com a Peru Week, promovida em restaurantes da cidade em parceria com Embaixada do Peru. As casas participantes oferecem welcome drink, entrada, prato principal e sobremesa por um valor fixo, que varia de acordo com a proposta do menu.

No Nikkei Sushi Ceviche e Bar, o cliente pode escolher entre o tradicional pisco sour ou a versão brasileira do drinque, a caipi pisco, preparada com cachaça. O chef Miguel Ojeda oferece os tiraditos ou causa rellena como opções de entrada; e Lomo Saltado (filé mignon em tiras com cebola, babatas e cebola roxa, guarnecido de arroz à moda peruana) ou Tacu Tacu (Com ají de galliña, que leva massa peruana de arroz e feijão, coberta com creme de peito de frango e ají amarillo, finalizados com azeitonas pretas e ovo cozido) como prato principal.

Duo de tiraditos

Para sobremesa, Três leches (torta com calda de leite condensado, creme de leite, leite integral e rum, coberta com merengue italiano) ou mini churros, que vem com uma bola de sorvete e porção de doce de leite. O valor é de R$ 59,90 por pessoa.

Três leches

Outro destaque é o premiado Taypá, que recebe os comensais com Pisco Sour. Para a entrada, Ceviche Chifa ou Causa Escabeche. Tallarines Saltados e Arroz com Marisco são as opções de prato principal. E, para finalizar, Churros Morados ou Suspiro de Laranja de sobremesa. A sequência sai por R$ 110,00.

Tallarines Saltado

O El Point Peruano apresenta o Pisco Sour de Maracujá ou Limão como welcome drink, e dois tipos de trios de pratos: Ceviche clássico, seguido por Arroz com frutos do mar e Suspiro limeno ou Causa de polvo, Lomo Saltado e Chessecake de morango por R$ 60,00 por pessoa.

SERVIÇO:
Peru Week
Quando: Até 22 de novembro
Onde:
Nikkei Sushi Ceviche Bar – Sces Trecho 2 Lt. 32 Centro de Lazer Beira do Lago
Taypá- Shis Qi 17 Bloco G Lojas 205 Ed. Fashion Park – Lago Sul
El Point Peruano – Shis Cl Qi – 11- Bloco O Loja 6

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Max Cajé
Cria do Cerrado, Max Cajé negou as raízes ao detestar pequi, descobriu que o amor à culinária nordestina era hereditário e que paladar é algo que se conquista, com muito treino e, às vezes, dinheiro para pagar a conta. Sempre teve uma relação de amor com a comida e nunca deixou de agradecer o advento do metabolismo rápido nesse processo. Começou a estrada de jornalista escrevendo sobre moda, caiu na Gastronomia por acidente e se especializou por amor. Aprendeu que até chegar à mesa, o alimento cria carreiras, muda vidas, aguça os sentidos e cria histórias, boas e ruins, as quais pretende contar aqui.